quarta-feira, julho 15, 2009

Nova Composição do Parlamento Europeu



EPP - European People's Party (Christian Democrats)
PASDE - Progressive Alliance of Socialists and Democrats in Europe (centre-left)
ALDE - Alliance of Liberals and Democrats for Europe (liberal)
GUE/NGL - European United Left-Nordic Green Left (left-wing)
Greens/EFA - Greens/European Free Alliance (Greens and regionalists/nationalists)
ECR - European Conservatives and Reformists Group (right-wing)
EFD - Europe of Freedom and Democracy (Eurosceptic)
NI - Non-attached (MEPs not part of any group)

Estes grupos podem vir a ser alterados em função de eventuais alianças que possam vir a ser estabelecidas.
no caso de o Tratado de Lisboa entrar em vigor, o Parlamento Europeu passará a contar com 754 assentos, um acréscimeno face aos actuais 736.

Fonte: BBC World

segunda-feira, julho 13, 2009

Novo Parlamento, velhos problemas...

Os novos deputados ao Parlamento Europeu (PE) tomam posse a 14 Julho em Estrasburgo. A resposta à crise em que a Europa está mergulhada, as questões sociais e a reforma da Política Agrícola Comum (PAC) são alguns dos temas prioritários dos portugueses para os próximos cinco anos de mandato.



Eleição do novo presidente do PE
A tomada de posse dos novos 736 eurodeputados, 22 dos quais portugueses, vai coincidir com a eleição do novo presidente do PE.

Os candidatos à sucessão de Hans-Gert Pöttering são o antigo primeiro-ministro polaco Jerzy Buzek (Partido Popular Europeu) e a deputada sueca Eva-Britt Svensson (Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde). O candidato liberal, Graham Watson, retirou a sua candidatura.
Em pé continua o acordo entre o Partido Popular Europeu e o Partido Socialista Europeu que prevê a partilha da presidência entre os dois grupos políticos. Assim, para já, a presidência do Parlamento Europeu deverá ser entregue a Jerzy Buzek, com o apoio do PSE. Daqui a dois anos e meio, o socialista Martin Schulz deverá assumir a presidência do hemiciclo europeu, com o apoio do PPE.

sexta-feira, julho 10, 2009

Formalizada a candidatura para a reeleição de Barroso como presidente da Comissão Europeia

Os dirigentes europeus oficializaram o seu apoio a uma recondução por cinco anos de Durão Barroso à frente da Comissão Europeia.

O ex-primeiro-ministro português deverá ainda ser investido pelo Parlamento Europeu onde enfrenta a oposição de algumas bancadas numa votação apenas prevista para o Outono.
Numa cimeira em meados de Junho, os chefes de Estado e de Governo da União Europeia tinham apoiado a candidatura de Barroso mas apenas em princípio, desejando primeiro efectuar consultas com o Parlamento antes de a oficializar.
A formalização foi feita sem necessidade de uma reunião dos líderes, tendo-se recorrido antes a um procedimento simplificado, dito "escrito" e de "silêncio", desencadeado ontem pela presidência sueca da União Europeia (UE) e que terminou hoje.
As 27 capitais tinham até dia 9 Julho para dizer se desaprovavam a candidatura de José Manuel Durão Barroso, depois do que o seu apoio formal a um novo mandato do presidente da Comissão era dado como adquirido.
"Nenhum país teve objecções; e assim o apoio à candidatura de Barroso está formalizado", sublinhou a fonte diplomática citada pela AFP.

PUBLICO.PT